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getcoinsight

Enciclopédia de Indicadores Técnicos

O catálogo completo de indicadores técnicos — das médias móveis clássicas e dos osciladores de Wilder ao fluxo de volume, canais de volatilidade, métricas on-chain e de derivativos. Para cada um: o que mede, como é construído e a forma padrão como os traders o interpretam. Os indicadores marcados como calculados são computados automaticamente no screener e em cada gráfico de moeda e ação.

Tendência e médias móveis

SMA — Média Móvel Simples (20 / 50 / 200)

No screener

A média aritmética dos últimos N fechamentos, dando peso igual a cada barra. O filtro de tendência mais antigo: suave e estável, mas o mais lento a reagir entre todas as médias móveis.

Como interpretar: Preço acima de uma SMA ascendente = tendência de alta; os cruzamentos 50/200 (golden cross e death cross) são os sinais clássicos de regime de longo prazo.

EMA — Média Móvel Exponencial (12 / 26 / 50 / 200)

No screener

Uma média móvel que dá peso exponencialmente maior aos fechamentos recentes do que aos antigos, virando visivelmente mais rápido que a SMA do mesmo período. É o bloco de construção do MACD e de muitos outros indicadores.

Como interpretar: Opere na direção da inclinação e use-a como suporte/resistência dinâmico; cruzamentos de EMA rápida/lenta (12/26, 50/200) marcam mudanças de tendência.

WMA — Média Móvel Ponderada (20)

No screener

Uma média móvel com pesos linearmente crescentes — a barra mais recente conta N vezes mais que a mais antiga. Fica entre a SMA e a EMA em capacidade de resposta.

Como interpretar: Interprete como qualquer média móvel: a inclinação dá a direção da tendência, e o preço cruzando-a dá avisos antecipados de mudança de tendência.

HMA — Média Móvel de Hull (20)

No screener

A construção de Alan Hull: uma WMA da diferença entre uma WMA de meio período e uma de período completo, suavizada novamente ao longo de √N barras. Reduz drasticamente o atraso mantendo a suavidade.

Como interpretar: Os traders agem na virada da própria inclinação da HMA — a mudança de cor/direção é o sinal, e não o cruzamento com o preço.

VWMA — Média Móvel Ponderada por Volume (20)

No screener

Uma média móvel em que cada fechamento é ponderado pelo volume daquela barra, de modo que barras muito negociadas puxam a linha mais do que as barras fracas.

Como interpretar: VWMA acima da SMA simples do mesmo período significa volume concentrado nas barras de alta — o movimento está sendo pago; abaixo dela, o volume favorece os vendedores.

DEMA — MM Exponencial Dupla (20)

No screener

A fórmula de redução de atraso de Mulloy: 2×EMA − EMA(EMA). Não é simplesmente uma EMA duplamente suavizada — a subtração cancela a maior parte do atraso mantendo a suavização.

Como interpretar: Use como uma EMA mais rápida: inclinação e cruzamentos com o preço sinalizam mais cedo, ao custo de mais violinadas em mercado lateral.

TEMA — MM Exponencial Tripla (20)

No screener

O próximo passo da mesma ideia: 3×EMA − 3×EMA(EMA) + EMA(EMA(EMA)). Ainda menos atraso que a DEMA — uma das médias suaves mais rápidas que existem.

Como interpretar: Melhor como linha de sinal rápida contra uma média mais lenta; sozinha, ela cola tanto no preço que os cruzamentos ocorrem constantemente em mercados laterais.

ZLEMA — EMA de Atraso Zero (20)

No screener

Uma EMA alimentada com dados sem atraso: o preço mais a diferença entre agora e (N−1)/2 barras atrás. O deslocamento compensa quase totalmente o atraso inerente da EMA.

Como interpretar: Interprete como uma EMA que vira na hora certa em vez de atrasada; cruzamentos com uma EMA padrão do mesmo período sinalizam mudanças de momentum antecipadamente.

KAMA — MM Adaptativa de Kaufman (10)

No screener

Uma média móvel cuja velocidade se adapta ao mercado: um índice de eficiência (movimento líquido ÷ movimento total) a torna rápida em tendências limpas e quase plana no ruído.

Como interpretar: Uma KAMA plana já é informação em si — o mercado está lateral, fique de fora; quando a KAMA inclina e o preço se mantém de um lado dela, a tendência é eficiente o bastante para operar.

ALMA — MM de Arnaud Legoux (20)

No screener

Uma média móvel com uma curva de pesos gaussiana deslocada para as barras recentes — um compromisso ajustável que alcança ao mesmo tempo suavidade e pouco atraso.

Como interpretar: Use como uma linha de tendência mais limpa: o preço fechando através da ALMA gera menos cruzamentos falsos do que uma EMA do mesmo período.

LSMA — MM de Mínimos Quadrados (25)

No screener

O ponto final de uma linha de regressão linear ajustada aos últimos N fechamentos, plotado barra a barra — uma média móvel que projeta onde a tendência 'deveria' estar, e não onde esteve.

Como interpretar: Sua inclinação é uma leitura direta da direção da tendência; o preço voltando à LSMA após um estiramento é a entrada de reversão à média.

SMMA — MM Suavizada / RMA (14)

No screener

A suavização de Wilder: cada valor carrega (N−1)/N do anterior — matematicamente uma EMA com α = 1/N. O motor silencioso dentro do RSI, do ATR e do ADX.

Como interpretar: Aproximadamente duas vezes mais lenta que uma EMA do mesmo período; use-a como a linha de base de longo prazo com a qual as outras médias são comparadas.

TRIMA — MM Triangular (20)

No screener

Uma média duplamente suavizada com pesos triangulares que atingem o pico no meio da janela — a mais suave das MMs clássicas, e a mais atrasada.

Como interpretar: Ignore seus cruzamentos; seu valor está em mostrar a tendência subjacente com o ruído completamente eliminado.

T3 — Tillson T3 (20)

No screener

A cascata de seis estágios de EMA de Tim Tillson combinada com um coeficiente de 'fator de volume' — excepcionalmente suave, com muito menos atraso do que sua suavidade sugeriria.

Como interpretar: Opere a própria curva do T3: a mudança na sua inclinação é o sinal, e sua suavidade faz com que essas viradas sejam raras e significativas.

McGinley Dynamic (14)

No screener

Uma média autoajustável cujo divisor de suavização acelera quando o preço se afasta dela para baixo e desacelera quando o preço dispara à frente — projetada para acompanhar o preço de perto sem violinar.

Como interpretar: Use como linha de tendência adaptativa: ela acompanha o preço de perto nas tendências e ainda resiste aos cruzamentos falsos que assombram as médias de período fixo em mercados laterais.

Supertrend (10, ×3 ATR)

No screener

Uma banda móvel posicionada a um múltiplo de ATR acima ou abaixo do preço, que troca de lado quando o preço fecha através dela — filtro de tendência e linha de stop-loss em um só.

Como interpretar: Comprado enquanto a linha está abaixo do preço, fora/vendido quando ela vira para cima; muitos traders simplesmente arrastam o stop ao longo dela.

SAR Parabólico (0.02, 0.2)

No screener

O 'stop and reverse' de Wilder: um ponto que começa afastado da tendência e acelera em direção ao preço quanto mais a tendência dura, garantindo um cruzamento inevitável.

Como interpretar: Pontos abaixo do preço = tendência de alta, acima = tendência de baixa; a virada é o sinal de saída/reversão. Excelente trailing stop em tendências, violinada constante em mercados laterais.

Nuvem de Ichimoku (9, 26, 52)

No screener

Um sistema completo em um único overlay: as linhas de ponto médio Tenkan e Kijun, uma nuvem (Senkou A/B) projetada 26 barras à frente e o fechamento defasado Chikou. A nuvem mapeia zonas futuras de suporte/resistência.

Como interpretar: Preço acima da nuvem = regime altista (abaixo = baixista); o cruzamento Tenkan/Kijun dentro desse regime é a entrada clássica, e a borda da nuvem é o stop natural.

Aroon Up/Down (25)

No screener

Mede quantas barras se passaram desde a máxima mais alta (Aroon Up) e a mínima mais baixa (Aroon Down) da janela, em escala 0–100 — um medidor de tendência baseado puramente na recência dos extremos. O Oscilador Aroon é Up menos Down.

Como interpretar: Up acima de 70 com Down abaixo de 30 = tendência de alta estabelecida; o cruzamento Up/Down (cruzamento do zero do oscilador) sinaliza mudança de tendência.

Indicador Vortex (14)

No screener

Duas linhas construídas a partir do range entre a barra atual e o extremo oposto da barra anterior: VI+ captura a expansão de range para cima, VI− para baixo, cada uma normalizada pelo true range.

Como interpretar: VI+ cruzando acima de VI− sinaliza uma tendência de alta emergente (e vice-versa); quanto maior a distância entre elas, mais forte a tendência.

DMI / ADX (14)

No screener

O sistema de Movimento Direcional de Wilder: +DI e −DI medem o range direcional de alta e de baixa, e o ADX — a diferença suavizada entre eles — mede a força da tendência independentemente da direção.

Como interpretar: ADX acima de 25 = uma tendência que vale operar, abaixo de 20 = mercado lateral; tire a direção do cruzamento dos DI e a força do ADX em ascensão.

Schaff Trend Cycle (23, 50)

No screener

O MACD passado duas vezes pela matemática de ciclos do estocástico — a tentativa de Doug Schaff de fazer o MACD virar na velocidade do ciclo. Oscila entre 0–100 e se move em varridas decisivas.

Como interpretar: Sinal de compra quando o STC vira para cima abaixo de 25, de venda quando vira para baixo acima de 75 — antes do cruzamento equivalente do MACD.

Curva de Coppock (14, 11, 10)

No screener

Uma WMA de 10 períodos da soma de duas taxas de variação longas (14 e 11 meses no original) — projetada por Edwin Coppock para identificar grandes fundos de bear market.

Como interpretar: O sinal clássico é raro e unilateral: a curva virando para cima enquanto está abaixo de zero marca uma oportunidade de compra de longo prazo.

KST — Know Sure Thing

No screener

O momentum resumido de Martin Pring: quatro taxas de variação de períodos crescentes, cada uma suavizada, ponderada e somada, com uma linha de sinal por cima — um espectro completo de momentum em uma única curva.

Como interpretar: O KST cruzando sua linha de sinal dá o sinal de swing; o cruzamento do zero confirma a direção da tendência maior.

VIDYA (14)

No screener

A Variable Index Dynamic Average de Chande — uma EMA cuja velocidade de suavização escala com o valor absoluto do Oscilador de Momentum de Chande: ela cola no preço em tendências fortes e fica quase inerte na lateralização. Calculada no CoinSight como voto de média móvel e filtro do screener.

Como interpretar: Trate-a como uma EMA adaptativa: preço acima de uma VIDYA ascendente confirma a tendência; seu achatamento é um alerta precoce de perda de fôlego que uma EMA de período fixo só mostra bem mais tarde.

FRAMA (16)

No screener

A Fractal Adaptive Moving Average de Ehlers — mede a dimensão fractal da ação de preço recente e a transforma no fator de suavização: mercados picotados (alta dimensão) recebem suavização pesada, mercados direcionais quase nenhuma. Calculada no CoinSight como voto de média móvel e filtro do screener.

Como interpretar: Útil onde MAs clássicas dão violinadas: a FRAMA fica plana no ruído e depois gruda rápido numa nova tendência assim que a ação de preço se torna unidirecional.

GMMA

No screener

Guppy Multiple Moving Averages — uma fita de seis EMAs curtas (traders) e seis EMAs longas (investidores). O CoinSight calcula o spread entre os dois grupos como percentual do preço e vota no seu sinal.

Como interpretar: Os dois grupos alinhados e se afastando = tendência estabelecida; o grupo curto comprimindo contra o longo = disputa pelo controle e possível ponto de reversão ou rompimento.

Alligator de Williams

No screener

As três MAs suavizadas e deslocadas de Bill Williams — Mandíbula (13/8), Dentes (8/5), Lábios (5/3) sobre o preço mediano. Linhas entrelaçadas = o jacaré 'dorme' (range); abrindo em ordem = ele 'se alimenta' (tendência). O CoinSight vota na ordem de empilhamento das três linhas.

Como interpretar: Só opere sistemas de tendência com a boca aberta (Lábios acima dos Dentes acima da Mandíbula para compras); um jacaré entrelaçado é o clássico filtro de ficar de fora.

ADX (14)

No screener

Average Directional Index — a medida de Wilder da FORÇA da tendência independentemente da direção, derivada do sistema +DI/−DI. Calculado no CoinSight: a leitura alimenta os sinais de análise (tendência forte/fraca) ao lado da linha de direção DMI.

Como interpretar: Acima de ~25 = tendência real que vale seguir com ferramentas de tendência; abaixo de ~20 = mercado lateral onde osciladores funcionam melhor. ADX subindo durante um movimento o confirma; ADX caindo avisa que o movimento está se esgotando.

TII (60)

No screener

Trend Intensity Index — a proporção de desvios para cima versus para baixo em torno de uma SMA de 60 barras nas últimas 30 barras, 0..100. Leituras altas significam que o preço se mantém persistentemente acima da sua média longa. Calculado no CoinSight como linha de voto e filtro do screener.

Como interpretar: Acima de ~65 confirma tendência de alta estabelecida, abaixo de ~35 tendência de baixa; a zona intermediária sinaliza fases de transição onde se formam setups de rompimento.

QStick (20)

No screener

O QStick de Tushar Chande — uma SMA simples de (fechamento − abertura). Ele isola a pressão do corpo dos candles: as barras estão fechando majoritariamente acima ou abaixo das aberturas? Calculado no CoinSight como linha de voto e filtro do screener.

Como interpretar: Um QStick positivo durante um pullback diz que os compradores ainda vencem a batalha intradiária (contexto de compra na queda); uma troca de sinal após um longo movimento é um alerta precoce de mudança de momentum.

Chande Kroll Stop (10,1,9)

No screener

Um par de stops móveis baseados em ATR construídos a partir de máximas/mínimas recentes: uma linha de stop para comprados e outra para vendidos. Preço acima de ambas = tendência de alta intacta; abaixo de ambas = tendência de baixa. O CoinSight calcula os dois stops e vota no lado em que o preço está.

Como interpretar: Primariamente uma ferramenta de posicionamento de stop: arraste as saídas de compra no stop de comprados em vez de um percentual fixo, para que a saída alargue em fases voláteis e aperte nas calmas.

Canal de Regressão Linear (100)

No screener

A reta de melhor ajuste pelos últimos ~100 fechamentos com bandas paralelas a ±2 erros padrão. O CoinSight calcula a posição do preço dentro do canal e vota reversão à média nos extremos das bandas.

Como interpretar: Em mercado em tendência, compre pullbacks à banda inferior num canal ascendente; um fechamento decisivo fora do canal sinaliza que a tendência está acelerando ou quebrando.

Envelopes de Média Móvel (20, ±2.5%)

No screener

Uma SMA com bandas deslocadas um percentual fixo acima e abaixo — o canal de volatilidade mais simples, de largura constante ao contrário de Bollinger ou Keltner. Calculado no CoinSight como linha de voto de reversão à média.

Como interpretar: Funciona melhor em mercados laterais: opere contra os toques nas bandas externas de volta à linha central. Em tendências fortes o preço pode cavalgar um envelope por muito tempo — combine com um filtro de tendência.

Índice Choppiness (14)

No screener

Um medidor 0..100 de se o mercado está em tendência ou lateral: compara a soma do true range com a amplitude total máxima-mínima da janela. Alto = lateralização picotada, baixo = movimento direcional. Calculado no CoinSight como linha informativa (sem voto).

Como interpretar: Acima de ~61.8 = mercado picotado, evite entradas de rompimento; abaixo de ~38.2 = em tendência, evite operar contra. Ele não diz nada sobre direção — combine com um indicador direcional.

Osciladores de momentum

RSI — Índice de Força Relativa (14)

No screener

A razão de Wilder entre ganhos médios e perdas médias ao longo de N barras, em escala 0–100 — o oscilador de momentum mais usado que existe.

Como interpretar: Acima de 70 = sobrecomprado, abaixo de 30 = sobrevendido — mas em tendências fortes o RSI fica travado nos extremos, então a divergência (o preço faz um novo extremo, o RSI não) é o sinal de maior qualidade.

Estocástico %K/%D (14, 3)

No screener

O oscilador de Lane: onde o fechamento se situa dentro do range máxima–mínima das últimas N barras, em escala 0–100, com %D como linha de sinal suavizada. Fechamentos perto do topo do range = força.

Como interpretar: O cruzamento %K/%D na zona acima de 80 é o gatilho de venda, na zona abaixo de 20 o de compra; como o RSI, ele fica travado em tendências fortes.

RSI Estocástico (14, 14)

No screener

A fórmula do estocástico aplicada aos valores do RSI em vez do preço — um oscilador de um oscilador, feito para traders que achavam o RSI lento demais para atingir seus extremos.

Como interpretar: Leia na escala 0–1: acima de 0,8 / abaixo de 0,2 com cruzamento %K/%D; extremamente sensível, então filtre com a tendência do timeframe maior.

CCI — Índice do Canal de Commodities (20)

No screener

O quanto o preço típico (H+L+C)/3 se afastou da sua própria média, escalado pelo desvio médio — a medida de estiramento estatístico de Lambert, sem limites em ambas as direções.

Como interpretar: Além de +100/−100 = esticado; os traders de tendência compram o rompimento de +100, os de reversão à média operam contra movimentos além de ±200 de volta ao zero.

Williams %R (14)

No screener

O estocástico de cabeça para baixo: onde o fechamento se situa em relação à máxima de N barras, numa escala de 0 a −100. Informação idêntica, apresentação invertida.

Como interpretar: Acima de −20 = sobrecomprado, abaixo de −80 = sobrevendido; o uso do próprio Larry Williams era momentum — manter-se acima de −20 confirma a força da tendência.

MACD (12, 26, 9)

No screener

A EMA de 12 períodos menos a EMA de 26, com uma EMA de sinal de 9 períodos e um histograma da diferença entre elas — o clássico de Appel que une tendência e momentum em uma única ferramenta.

Como interpretar: Cruzamentos da linha de sinal para entradas, cruzamentos da linha zero para o regime, e divergência do histograma contra o preço para avisos antecipados de exaustão.

ROC — Taxa de Variação (9)

No screener

A variação percentual entre o fechamento atual e o fechamento de N barras atrás — o momentum na sua forma mais literal.

Como interpretar: Acima de zero = momentum de alta; o cruzamento do zero é o sinal, e picos de ROC sucessivamente mais baixos contra preços em alta avisam de uma tendência se esgotando.

TRIX (15)

No screener

A taxa de variação de uma barra de uma EMA triplamente suavizada — três rodadas de suavização filtram tudo que é mais curto que o ciclo dominante, deixando uma linha de momentum lenta e limpa.

Como interpretar: O cruzamento do zero é o sinal de tendência; o cruzamento da linha de sinal dá um gatilho mais cedo, porém mais ruidoso.

Awesome Oscillator (5, 34)

No screener

O histograma de momentum de Bill Williams: a SMA de 5 períodos dos pontos médios das barras menos a de 34 — o momentum do mercado medido nos pontos médios em vez dos fechamentos.

Como interpretar: Cruzamento do zero para a direção; o setup 'twin peaks' (dois picos do histograma do mesmo lado, o segundo mais raso) é sua operação de divergência característica.

Force Index (13)

No screener

O produto de Elder entre variação de preço e volume, suavizado por EMA — um movimento com volume pesado registra muito mais 'força' do que o mesmo movimento no vazio.

Como interpretar: O sinal dá a direção da pressão; um novo extremo de preço sem um novo extremo do Force Index significa que falta volume por trás do movimento.

TSI — Índice de Força Verdadeira (25, 13)

No screener

A variação de preço duplamente suavizada dividida pela variação absoluta de preço duplamente suavizada, em escala ±100 — momentum com o ruído suavizado duas vezes mantendo o timing das viradas.

Como interpretar: Cruzamento do zero para a tendência, cruzamento da linha de sinal para entradas, e ±25 como as barreiras de sobrecompra/sobrevenda.

Ultimate Oscillator (7, 14, 28)

No screener

A resposta de Williams à violinada dos osciladores de período único: a pressão compradora medida em três timeframes ao mesmo tempo, ponderada 4:2:1, em escala 0–100.

Como interpretar: Seu sinal característico é a divergência com rompimento: divergência altista abaixo de 30, seguida do rompimento da máxima da divergência.

CMO — Oscilador de Momentum de Chande (14)

No screener

(Soma dos ganhos − soma das perdas) ÷ (soma dos ganhos + soma das perdas) × 100 — como o RSI, mas sem suavização e simétrico em torno do zero, então atinge os extremos mais rápido.

Como interpretar: ±50 são as barreiras de sobrecompra/sobrevenda; cruzamentos da linha zero acompanham as mudanças do momentum bruto.

DPO — Oscilador de Preço Sem Tendência (20)

No screener

O preço menos uma média móvel deslocada — remove deliberadamente a tendência para expor o componente cíclico por baixo.

Como interpretar: Não é um sinal de operação: meça a distância entre os picos do DPO para estimar a duração do ciclo e cronometrar entradas dentro da tendência.

Fisher Transform (9)

No screener

A transformação de Ehlers que remodela a distribuição dos preços normalizados em direção à gaussiana — os pontos de virada se tornam picos nítidos e inequívocos em vez de topos arredondados.

Como interpretar: Leituras extremas que viram de volta (o Fisher cruzando seu próprio atraso de 1 barra) são o sinal; quanto mais nítido o pico, mais limpa a reversão.

Elder Ray (13)

No screener

Bull Power = máxima − EMA(13), Bear Power = mínima − EMA(13) — o raio-X de Elder de quanto cada lado consegue empurrar o preço além do valor de consenso.

Como interpretar: A entrada clássica: em tendência de alta pela EMA, compre quando o Bear Power está negativo mas subindo (vendedores enfraquecendo); espelhe para vendas.

Balance of Power (14)

No screener

(Fechamento − abertura) ÷ (máxima − mínima), suavizado — que fração do range de cada barra o lado vencedor de fato manteve até o fechamento.

Como interpretar: Leituras positivas sustentadas = compradores fechando as barras com força de forma sistemática; o cruzamento do zero acompanha quem controla os fechamentos.

Oscilador de Chaikin (3, 10)

No screener

A EMA de 3 períodos menos a EMA de 10 períodos da linha de Acumulação/Distribuição — o momentum do fluxo de dinheiro em vez do preço.

Como interpretar: O cruzamento do zero sinaliza a virada do momentum do fluxo de dinheiro; a divergência contra o preço avisa antes da virada do preço.

Momentum (10)

No screener

O fechamento de hoje menos o fechamento de N barras atrás — a medida de momentum mais crua possível, o pai não normalizado do ROC.

Como interpretar: Acima de zero e subindo = tendência acelerando; o cruzamento do zero é o sinal, melhor confirmado por um filtro de tendência.

PPO — Oscilador de Preço Percentual (12, 26, 9)

No screener

O MACD expresso em percentual — (EMA12 − EMA26) ÷ EMA26 × 100 — o que torna as leituras comparáveis entre ativos e ao longo do histórico de preços.

Como interpretar: Leia exatamente como o MACD (cruzamentos de sinal e do zero), mas use-o ao comparar o momentum entre moedas ou ao filtrar um universo inteiro.

DeMarker (14)

No screener

O medidor de exaustão de Tom DeMark: a razão dos movimentos de alta entre máximas (DeMax) sobre o total de ambas as direções, em escala 0–1 — ele mede a demanda nos extremos das barras, não nos fechamentos.

Como interpretar: Acima de 0,7 = risco de exaustão compradora, abaixo de 0,3 = exaustão vendedora; mais forte quando o extremo coincide com um teste de suporte/resistência.

Connors RSI (3, 2, 100)

No screener

Um composto de três componentes: RSI(3) do preço, RSI(2) da duração da sequência de altas/baixas e o percent rank do retorno de 1 barra — construído especificamente para reversão à média de curto prazo.

Como interpretar: Leituras acima de 90 operam venda contra o movimento, abaixo de 10 compra — projetado para operações rápidas de retorno dentro de uma tendência estabelecida, não para seguir tendência.

RVI — Índice de Vigor Relativo (10)

No screener

(Fechamento − abertura) ÷ (máxima − mínima) suavizado simetricamente, com uma linha de sinal — a convicção dos fechamentos: barras fechando perto das máximas em tendências de alta mostram 'vigor'. (Não confundir com o Relative Volatility Index.)

Como interpretar: O cruzamento RVI/sinal é o gatilho, mais confiável quando concorda com a tendência vigente; a divergência contra o preço avisa que a convicção está se esvaindo.

PVO — Oscilador de Volume Percentual (12, 26, 9)

No screener

O MACD aplicado ao volume em vez do preço: (EMA12 do volume − EMA26) ÷ EMA26 × 100 — o volume está expandindo ou contraindo, em percentual.

Como interpretar: PVO positivo e subindo em um rompimento = o movimento tem combustível; uma alta com PVO caindo está rodando no vapor.

Squeeze Momentum (20)

No screener

Sinaliza quando as Bandas de Bollinger se contraem para dentro do Canal de Keltner — volatilidade comprimida como uma mola — e combina isso com um histograma de momentum por regressão linear para apontar a direção da liberação.

Como interpretar: Espere o squeeze 'disparar' (as bandas voltarem a se expandir para fora do Canal de Keltner) e então opere na direção do histograma de momentum.

WaveTrend (10, 21)

No screener

Um oscilador de canal construído a partir do desvio do preço em relação à sua própria média normalizado por EMA (um parente suavizado do CCI), produzindo duas linhas (WT1/WT2) que oscilam entre zonas de sobrecompra e sobrevenda.

Como interpretar: WT1 cruzando abaixo de WT2 acima de +60 = sinal de venda, cruzando para cima abaixo de −60 = compra; suas divergências nos extremos são sua operação mais conhecida.

Oscilador de Volume de Klinger (34, 55, 13)

No screener

A diferença entre as EMAs de 34 e 55 períodos da 'força de volume' — o volume com sinal dado pela direção da tendência e escalado pelo range — com uma linha de sinal de 13 períodos. Construído para detectar o fluxo de dinheiro de longo prazo mantendo sensibilidade às mudanças de curto prazo.

Como interpretar: O cruzamento da linha de sinal na direção da tendência vigente é o gatilho; a divergência entre o KVO e o preço sinaliza distribuição ou acumulação.

Inclinação da Regressão Linear (25)

No screener

A inclinação de uma reta de mínimos quadrados ajustada aos últimos N fechamentos, normalmente normalizada em percentual por barra — direção e inclinação da tendência reduzidas a um único número com sinal.

Como interpretar: O sinal dá a direção da tendência, a magnitude dá a força; o cruzamento do zero é uma confirmação tardia porém robusta de mudança de tendência.

Accelerator Oscillator

No screener

O AC de Bill Williams — o Awesome Oscillator menos sua própria SMA de 5 barras, ou seja, a aceleração do momentum em vez do momentum em si. Calculado no CoinSight como linha de voto e filtro do screener.

Como interpretar: O AC vira antes do AO e muitas vezes antes do preço: desaceleração durante um rali (AC caindo com preço subindo) é o alerta mais precoce de que a força motriz está se esvaindo.

RMI (20)

No screener

Relative Momentum Index — o RSI calculado sobre variações de preço de 5 barras em vez de 1 barra, o que suaviza o ruído e aprofunda as oscilações. Calculado no CoinSight como linha de voto e filtro do screener.

Como interpretar: Leia como um RSI de bandas mais largas: acima de ~70 sobrecomprado, abaixo de ~30 sobrevendido. Seu ritmo mais lento serve a timeframes de swing onde o RSI(14) vira com frequência demais.

Ergodic (SMI)

No screener

O oscilador SMI Ergodic — um True Strength Index duplamente suavizado (20/5) contra sua linha de sinal de 5 períodos. O CoinSight calcula o spread TSI-menos-sinal e vota no seu sinal.

Como interpretar: Cruzamentos da linha de sinal são o gatilho de trade; a linha zero separa regimes de alta e de baixa. Por ser duplamente suavizado, atrasa mais que o TSI puro mas dá bem menos violinadas.

Volatilidade e canais

Bandas de Bollinger e %B (20, 2σ)

No screener

Uma SMA de 20 períodos com bandas a dois desvios-padrão de cada lado — um envelope de volatilidade autoajustável. O %B expressa onde o preço se situa dentro das bandas (0 = banda inferior, 1 = superior).

Como interpretar: Em mercados laterais, opere contra as bandas (%B perto de 1 ou 0); em tendências, o preço 'caminha pela banda' e tocá-la significa força, não reversão. Um squeeze das bandas precede a expansão — veja Squeeze Momentum.

ATR — Average True Range (14)

No screener

A média suavizada de Wilder do true range (que conta os gaps como parte da barra) — pura magnitude de volatilidade, sem nenhuma informação direcional.

Como interpretar: Não é um sinal, é uma régua: dimensione stops em 1,5–3× ATR, dimensione posições inversamente a ele e trate um pico de ATR como mudança de regime.

Canal de Keltner (20, ×2 ATR)

No screener

Uma EMA com bandas posicionadas a um múltiplo de ATR acima e abaixo — um primo das Bandas de Bollinger baseado em ATR que ignora a variância entre fechamentos. Calculado no CoinSight como linha de voto de rompimento (a posição do preço dentro do canal) e também alimenta o indicador Squeeze Momentum.

Como interpretar: Fechamentos fora do canal marcam força de tendência genuína (usado como filtro de rompimento); as Bandas de Bollinger cabendo dentro dele definem o squeeze de volatilidade.

Canal de Donchian (20)

No screener

A máxima mais alta e a mínima mais baixa das últimas N barras desenhadas como um canal — a estrutura de rompimento mais simples possível, tornada famosa pelos traders Turtle.

Como interpretar: O sistema clássico: compre o rompimento da máxima de 20 barras, saia no rompimento da mínima de 10 barras; a linha do meio também serve como linha de base da tendência.

Largura das Bandas de Bollinger

No screener

A largura das Bandas de Bollinger como percentual da banda central — o detector canônico de squeeze de volatilidade. Calculado no CoinSight como linha informativa (sem voto).

Como interpretar: Mínimas de várias semanas na largura marcam a compressão que precede a expansão; a direção do rompimento vem de outras ferramentas, a largura só diz que a mola está armada.

Volatilidade Histórica (30)

No screener

O desvio padrão anualizado dos log-retornos diários ao longo de ~30 barras — o número de volatilidade realizada usado para comparar risco entre ativos e contra a volatilidade implícita das opções. Calculado no CoinSight como linha informativa.

Como interpretar: Dimensione posições inversamente à HV para que cada trade arrisque capital semelhante; extremos de percentil da HV (muito quieta ou muito selvagem) tendem ambos a reverter à média.

Ulcer Index (14)

No screener

A medida de risco baseada em drawdown de Peter Martin: a profundidade quadrática média dos drawdowns dentro da janela. Ao contrário do desvio padrão, só pune o lado negativo. Calculado no CoinSight como linha informativa.

Como interpretar: Compare dois candidatos com retornos parecidos: o de menor Ulcer Index os entregou com menos dor. UI subindo durante um rali expõe distribuição escondida.

Mass Index (25)

No screener

O detector de reversões de Donald Dorsey: a soma da razão de EMAs da amplitude máxima-mínima ao longo de 25 barras. Ele identifica 'bojos' de amplitude — volatilidade expandindo e depois contraindo — que precedem reversões de tendência. Calculado no CoinSight como linha informativa.

Como interpretar: O gatilho clássico é o bojo acima de ~27 seguido de queda abaixo de ~26.5; a direção vem de um indicador de tendência, o Mass Index só diz que uma reversão está se armando.

Volatilidade de Chaikin

No screener

A taxa de variação da EMA da amplitude máxima-mínima — quão rápido a própria amplitude diária de negociação está expandindo ou contraindo. O CoinSight o calcula como uma linha de indicador informativa; o ATR e a Largura de Bollinger cobrem terreno semelhante.

Como interpretar: Um pico de volatilidade após um longo declínio costuma marcar capitulação de pânico (candidato a fundo); volatilidade esvaziando lentamente acompanha tendências maduras.

Desvio Padrão (20)

No screener

A dispersão estatística simples dos fechamentos em torno da média — o ingrediente bruto dentro das Bandas de Bollinger, dos z-scores e dos rankings de volatilidade. No CoinSight ele é servido através dessas ferramentas derivadas, não como linha independente.

Como interpretar: Use-o como bloco de construção: preço a mais de ~2 desvios padrão da média está estatisticamente esticado, que é exatamente o que o %B de Bollinger lê.

Volatility Ratio

No screener

A razão de Jack Schwager entre o true range de hoje e o average true range — sinaliza barras isoladas anormalmente grandes para o regime atual. Descrito por completude; volume relativo e ATR cumprem o mesmo alerta no CoinSight.

Como interpretar: Uma razão acima de ~2 marca uma barra de amplitude larga que frequentemente inicia ou encerra um movimento: em suporte/resistência, costuma sinalizar rompimento ou clímax.

Bandas STARC

No screener

Stoller Average Range Channels — uma SMA com bandas deslocadas por um múltiplo de ATR, prima próxima do Canal de Keltner com SMA em vez de EMA. Keltner cobre essa construção no CoinSight.

Como interpretar: Operado como mapa de reversão à média: preço na banda superior é entrada comprada de alto risco, na banda inferior de baixo risco, sempre na direção da tendência maior.

Volume e fluxo de dinheiro

VWAP — Preço Médio Ponderado por Volume

No screener

O preço médio acumulado de cada unidade negociada desde o início da sessão (ou da âncora) — a entrada média de todos os participantes e o benchmark contra o qual as instituições medem suas execuções.

Como interpretar: Preço acima do VWAP = compradores no controle da sessão; recuos até o VWAP são a clássica entrada institucional, e movimentos esticados tendem a reverter em direção a ele.

MFI — Índice de Fluxo de Dinheiro (14)

No screener

O RSI calculado sobre o preço típico ponderado por volume em vez dos fechamentos — a razão entre o dinheiro entrando nas barras de alta e saindo nas de baixa, em escala 0–100.

Como interpretar: 80/20 são as barreiras de sobrecompra/sobrevenda; como o volume está incluído, uma divergência do MFI pesa mais que a mesma divergência no RSI.

OBV — On-Balance Volume

No screener

O total acumulado de Granville que soma todo o volume da barra em fechamentos de alta e subtrai em fechamentos de baixa — a medida mais crua e mais durável da pressão compradora acumulada.

Como interpretar: O nível é irrelevante; a forma é tudo. O OBV fazendo novas máximas junto com o preço confirma a tendência; o OBV atrasado em relação a uma máxima do preço é o aviso.

CVD — Delta de Volume Acumulado

No screener

Um total acumulado do volume comprador agressivo menos o volume vendedor agressivo (ordens a mercado batendo no ask vs no bid) — a pressão do fluxo de ordens tornada visível. Disponível como recurso de gráfico no CoinSight.

Como interpretar: Preço parado enquanto o CVD sobe = absorção do lado vendedor (alguém está preenchendo passivamente os compradores); a divergência do CVD em topos/fundos frequentemente antecipa a virada do preço.

Volume Profile

No screener

Um histograma do volume negociado por nível de preço em vez de por tempo, revelando o Point of Control (preço mais negociado) e a Value Area que concentra ~70% do volume. Disponível como recurso de gráfico no CoinSight.

Como interpretar: Nós de alto volume agem como ímãs e como suporte/resistência; vazios de baixo volume são atravessados rápido. O POC é o preço de consenso do mercado para o período.

Chaikin Money Flow (20)

No screener

A soma do volume de fluxo de dinheiro A/D ao longo de N barras dividida pelo volume total, variando de −1 a +1 — que parcela do volume recente fechou perto das máximas versus das mínimas das barras.

Como interpretar: Persistentemente acima de zero = regime de acumulação, abaixo = distribuição; o sinal importa mais que o valor exato.

PVT — Price Volume Trend

No screener

Um total acumulado do volume multiplicado pela variação percentual de preço de cada barra — como o OBV, mas um dia de +2% adiciona proporcionalmente mais do que um de +0,1%.

Como interpretar: Leia como o OBV: o PVT confirmando novos extremos de preço valida a tendência; o PVT se recusando a acompanhar é o aviso de divergência.

EOM — Ease of Movement (14)

No screener

A razão de Richard Arms entre a variação de preço e o volume necessário para produzi-la, suavizada — a facilidade com que o preço está se deslocando. Grandes movimentos com volume leve pontuam alto.

Como interpretar: Acima de zero = preço avançando com pouca resistência; uma alta com EOM caindo significa que cada nova máxima está ficando mais cara de produzir.

Linha A/D — Acumulação/Distribuição

No screener

Um total acumulado do volume de cada barra ponderado por onde o fechamento se situa no range da barra (fechamento perto da máxima = acumulação, perto da mínima = distribuição) — o indicador fundamental de Chaikin.

Como interpretar: Confirmação de tendência e divergência: o preço fazendo máximas enquanto a Linha A/D se achata significa que os fechamentos estão sendo vendidos.

Tendência NVI

No screener

O Negative Volume Index de Norton Fosback — acumula variações de preço apenas nos dias em que o volume CAIU, rastreando o que o 'smart money' paciente faz enquanto a multidão está ausente. O CoinSight calcula o NVI contra sua EMA(50) e vota na deriva.

Como interpretar: NVI acima da sua média longa historicamente favorece mercados de alta: acumulação em dias quietos é um dos sinais altistas mais duráveis.

Tendência PVI

No screener

O Positive Volume Index — o espelho do NVI: acumula variações de preço apenas em dias de volume crescente, rastreando o comportamento da multidão nos dias barulhentos. O CoinSight calcula o PVI contra sua EMA(50) e vota na deriva.

Como interpretar: Leia junto com o NVI: ambos subindo = participação saudável; PVI disparando enquanto o NVI patina = movimentos movidos a hype sem acumulação silenciosa por trás.

VZO (14)

No screener

Volume Zone Oscillator — a EMA do volume com sinal (positivo em fechamentos de alta, negativo em fechamentos de baixa) como percentual da EMA do volume total, limitado a −100..100. Calculado no CoinSight como linha de voto e filtro do screener.

Como interpretar: Acima de +40 = pressão de volume sobrecomprada, abaixo de −40 = sobrevendida; o lado da linha zero mostra qual multidão (compradores ou vendedores) domina a fita no momento.

Twiggs Money Flow (21)

No screener

O refinamento de Colin Twiggs sobre o Chaikin Money Flow: limites de true range (para que gaps contem) e suavização de Wilder (para que picos isolados não dominem). Calculado no CoinSight como linha de voto e filtro do screener.

Como interpretar: TMF positivo persistente durante uma base lateral é impressão digital de acumulação; divergência contra o preço em novas máximas avisa que a distribuição começou.

Volume Líquido (20)

No screener

Volume com sinal somado na janela como fração do volume total, −1..1 — a aproximação em nível de candle do desequilíbrio compra/venda (a mesma convenção que o CVD usa sem dados de tick). Calculado no CoinSight como linha de voto.

Como interpretar: Volume líquido fortemente positivo num rompimento de range o valida; um rali cujo volume líquido decai rumo a zero está rodando no vapor.

VWAP Ancorado

No screener

VWAP calculado a partir de um ponto de ancoragem escolhido — um fundo de swing, o dia de listagem, uma ATH — em vez de janela móvel: o preço médio de custo de todos que negociaram desde aquele evento. Os gráficos do CoinSight usam VWAP móvel; a ancoragem é uma técnica manual por cima.

Como interpretar: Ancore num fundo importante: enquanto o preço se mantém acima desse AVWAP, os compradores da queda desde o evento seguem no lucro e o defendem — um suporte dinâmico natural.

Demand Index

No screener

O composto de preço e volume de James Sibbet que modela pressão compradora e vendedora com correção de volatilidade — um dos primeiros indicadores de divergência. Descrito por completude; as linhas de fluxo de dinheiro do CoinSight (CMF, Twiggs MF, Klinger) cobrem essa família.

Como interpretar: A regra-chave de Sibbet: uma divergência de longo prazo entre o índice e o preço num topo sinaliza reversão maior, não apenas um pullback.

Níveis e ferramentas de desenho

Pontos de Pivô (clássicos)

No screener

Níveis de suporte e resistência calculados a partir da máxima, mínima e fechamento do período anterior: o pivô central P mais R1–R3 acima e S1–S3 abaixo (as variantes Fibonacci, Camarilla, Woodie e DeMark mudam a aritmética, não a ideia). O CoinSight calcula o pivô clássico e vota conforme o lado de P em que o preço negocia.

Como interpretar: Preço acima de P = viés altista para o período; R1/S1 são os primeiros níveis de reação e as linhas de fade e rompimento mais observadas.

Retração e Extensão de Fibonacci

No screener

Níveis horizontais em razões fixas (0,382, 0,5, 0,618, 1,272, 1,618…) de um swing escolhido — um framework para onde os recuos podem terminar e os movimentos podem se estender. Uma ferramenta de desenho no CoinSight, não um indicador calculado.

Como interpretar: A zona 0,382–0,618 do impulso anterior é a área clássica de entrada no recuo; as extensões (1,272/1,618) servem como alvos de lucro. Os níveis funcionam melhor onde se agrupam com estrutura real.

ZigZag

No screener

Um filtro que conecta apenas os swings maiores que um limiar definido, apagando o ruído entre eles — o esqueleto sobre o qual as figuras gráficas e a análise de ondas são construídas. Ele repinta sua última perna por design.

Como interpretar: Nunca é um sinal de operação por si só (o último pivô não é definitivo até ser superado); use-o para ler a estrutura — máximas/mínimas ascendentes, contagens de ondas, pontos de ancoragem de padrões.

Ferramentas de Gann e Pitchfork de Andrews

No screener

Uma classe de ferramentas de desenho geométricas — os leques e ângulos de Gann projetam a velocidade da tendência a partir de um pivô; o Pitchfork de Andrews canaliza uma tendência em torno de uma linha mediana traçada a partir de três pivôs. O CoinSight traça automaticamente o Garfo de Andrews (Pitchfork) a partir dos três últimos swings (camada do gráfico); os leques de Gann continuam sendo uma ferramenta de desenho manual — seus 45° dependem da escala do gráfico.

Como interpretar: Na prática do pitchfork, a linha mediana atrai o preço e os dentes externos agem como limites do canal; os ângulos de Gann classificam a saúde da tendência pelo raio que o preço sustenta. As ferramentas de desenho do CoinSight cobrem linhas de tendência e canais para o mesmo trabalho.

Suporte e Resistência

No screener

Zonas horizontais onde compras ou vendas passadas reverteram o preço repetidamente — a fundação que toda ferramenta de níveis refina. No CoinSight elas aparecem via pontos de pivô, nós de alto volume do volume profile, retrações de Fibonacci e pontos de swing do ZigZag.

Como interpretar: Quanto mais vezes e mais recentemente um nível atuou, mais traders o observam; opere a REAÇÃO no nível (rejeição ou reconquista), não o nível em si.

Linhas de Tendência e Canais

No screener

Retas conectando fundos de swing sucessivos (suporte numa tendência de alta) ou topos, estendidas para a frente; duas retas paralelas formam um canal. Disponíveis no CoinSight como ferramentas de desenho no gráfico com encaixe magnético.

Como interpretar: Uma linha de tendência precisa de pelo menos dois toques e ganha autoridade a cada toque adicional; o terceiro toque é a entrada clássica, e um rompimento decisivo inverte o papel da linha.

Extensões e Ferramentas de Fibonacci

No screener

A família Fibonacci além das retrações: extensões/projeções (127.2%, 161.8%…) para alvos além do extremo antigo, mais leques, arcos, zonas de tempo e canais. O CoinSight calcula os níveis de retração; o ferramental estendido é técnica manual.

Como interpretar: Extensões respondem 'para onde agora?' após um rompimento: 127.2% e 161.8% do swing anterior são os aglomerados de alvo de lucro mais observados.

Speed Resistance Lines

No screener

O leque de três linhas de Edson Gould que divide a amplitude de um swing em terços (linhas de velocidade 1/3 e 2/3) — um ancestral dos leques de Fibonacci que mede o ritmo de uma tendência. O CoinSight traça automaticamente as linhas de velocidade 1/3 e 2/3 a partir do último movimento (camada do gráfico).

Como interpretar: Uma correção que segura a linha de 2/3 mantém a estrutura da tendência primária; perdê-la normalmente entrega o controle ao lado oposto.

Ondas de Elliott

No screener

Um arcabouço que lê os movimentos do mercado como sequências fractais de ondas: cinco ondas a favor da tendência, três contra, aninhadas em vários graus. O CoinSight detecta no gráfico impulsos de 5 ondas conformes às regras (experimental); as contagens aninhadas completas e os graus permanecem discricionários.

Como interpretar: Os usos mais práticos são as regras de bolso: a onda 3 nunca é a mais curta, a onda 2 nunca retrai toda a onda 1 — úteis para invalidar rapidamente uma contagem altista.

Padrões Harmônicos

No screener

Padrões de reversão (Gartley, Bat, Butterfly, Crab) definidos por razões de Fibonacci estritas entre pernas sucessivas, completando numa 'zona potencial de reversão'. O motor de padrões do CoinSight detecta automaticamente as formações Gartley, Bat, Butterfly e Crab.

Como interpretar: O poder do padrão é a invalidação precisa: entre na zona de conclusão com stop logo além do ponto X — o risco é pequeno e definido, o alvo é a retração da perna final.

Método de Wyckoff

No screener

Os esquemas de acumulação/distribuição de Richard Wyckoff: instituições montam posições em ranges engenheirados, com o Spring (falso rompimento para baixo) e o Upthrust (falso rompimento para cima) como eventos-assinatura. O motor de padrões do CoinSight detecta formações Spring e Upthrust.

Como interpretar: O Spring é a entrada comprada de maior convicção do método: uma caça de stops abaixo do range que o reconquista imediatamente, provando que a oferta se esgotou.

Estrutura de Mercado (BOS/CHoCH)

No screener

O vocabulário de price action para o estado da tendência: um Break of Structure (BOS) continua a tendência ao superar o swing anterior; um Change of Character (CHoCH) é a primeira quebra contra a tendência. O CoinSight o calcula: uma linha-resumo de Market Structure, rótulos BOS/CHoCH no gráfico e eventos de estrutura com backtest.

Como interpretar: Acompanhe os pontos de swing: enquanto uma tendência de alta imprime topos mais altos (BOS para cima) e segura fundos mais altos, pullbacks são compráveis; o primeiro CHoCH é o alerta estrutural de saída mais precoce.

Order Blocks e Fair Value Gaps

No screener

Conceitos ICT/Smart Money: o order block é o último candle contrário antes de um movimento impulsivo (pegada de entrada institucional); o fair value gap é o gap não preenchido dentro desse impulso. Os detectores de gap do CoinSight (janela de alta/baixa) capturam os eventos de gap relacionados.

Como interpretar: O preço frequentemente volta para preencher FVGs e retestar order blocks antes de continuar — traders usam essas zonas como entradas de pullback com stops além do bloco.

Métricas on-chain

Razão NVT

Network Value to Transactions: a capitalização de mercado dividida pelo volume diário de transferências on-chain — o análogo aproximado de um índice P/L para cripto. Requer feeds dedicados de dados on-chain e não é calculado no CoinSight.

Como interpretar: Um NVT alto significa que a avaliação da rede está correndo à frente da sua atividade real de liquidação; extremos sustentados historicamente marcaram sobrevalorização.

Razão MVRV

No screener

Market Value to Realized Value: a capitalização de mercado dividida pelo valor de todas as moedas ao preço em que se moveram pela última vez — o quanto o mercado negocia acima do preço médio de custo dos detentores. Junto com o netflow de exchanges, uma das métricas on-chain exibidas no screener do CoinSight via provedores de dados.

Como interpretar: Historicamente, MVRV bem acima de ~3 marcou território de topo de ciclo e abaixo de 1 marcou zonas de capitulação — um medidor de regime lento, não uma ferramenta de timing.

SOPR

No screener

Spent Output Profit Ratio: o lucro ou prejuízo médio das moedas movidas on-chain naquele dia (preço de venda ÷ preço de aquisição). O CoinSight o exibe para BTC a partir de dados gratuitos do bitcoin-data.com (card on-chain).

Como interpretar: SOPR voltando a 1,0 e ricocheteando = os detentores se recusam a vender no prejuízo (suporte de bull market); romper abaixo de 1,0 sinaliza capitulação com realização de perdas.

NUPL

No screener

Net Unrealized Profit/Loss: a parcela da capitalização de mercado que é ganho não realizado em todas as moedas — o lucro agregado no papel do mercado. O CoinSight o calcula para os ativos cobertos a partir de dados gratuitos de capitalização de mercado/realized cap (card on-chain).

Como interpretar: Leia como um termômetro de sentimento com zonas nomeadas: acima de 0,75 ('euforia') marcou topos de ciclo, abaixo de 0 ('capitulação') fundos de ciclo.

Puell Multiple

No screener

A receita diária dos mineradores dividida pela sua média de 365 dias — se os mineradores estão ganhando bem acima ou abaixo da sua norma anual. O CoinSight o calcula a partir de dados gratuitos de emissão da Coin Metrics (card on-chain).

Como interpretar: Extremos acima de ~4 sinalizaram euforia da receita de mineração perto de topos; abaixo de ~0,5 sinalizaram capitulação de mineradores perto de fundos.

Preço Realizado / Realized Cap

No screener

O realized cap avalia cada moeda ao preço em que se moveu on-chain pela última vez; o preço realizado divide isso pela oferta — o custo médio agregado da rede. O CoinSight o calcula a partir de dados gratuitos da Coin Metrics (card on-chain).

Como interpretar: Preço spot abaixo do preço realizado = o detentor médio está no prejuízo — historicamente a zona de capitulação onde os bear markets fizeram fundo.

Stock-to-Flow

No screener

Modelo de escassez que divide a oferta existente (stock) pela emissão anual (flow); os halvings dobram a razão S2F do Bitcoin. Popular em 2019–2021, muito criticado desde então como modelo de avaliação. O CoinSight calcula o S2F a partir de dados de oferta e emissão da Coin Metrics (card on-chain).

Como interpretar: Trate-o como contexto narrativo em torno dos halvings, não como gerador de alvos de preço — suas previsões pós-2021 erraram feio e as faixas de preço dos autores do modelo falharam.

Hash Rate e Hash Ribbons

No screener

O hash rate mede o poder total de mineração; o indicador Hash Ribbons cruza duas MAs dele para datar a capitulação e a recuperação dos mineradores. As difficulty ribbons e o Miner Position Index leem o mesmo ator. O CoinSight calcula a fita de hash rate de 30/60 dias a partir de dados gratuitos da Coin Metrics (ativos PoW, card on-chain).

Como interpretar: O sinal clássico de compra é o FIM da capitulação dos mineradores: a MA de 30 dias do hash rate cruzando de volta acima da de 60 dias após um aperto marcou vários fundos importantes do Bitcoin.

Netflow de Exchanges

No screener

Moedas entrando menos saindo das carteiras de exchanges. Entradas sustentadas historicamente precederam pressão vendedora; saídas para autocustódia sinalizam intenção de segurar. O CoinSight mostra o netflow de exchanges a partir dos dados gratuitos da comunidade Coin Metrics (cartão on-chain).

Como interpretar: Observe os extremos, não o ruído diário: uma grande entrada num único dia vinda de uma carteira de baleia adormecida é um dos poucos eventos on-chain com impacto imediato no mercado.

Endereços Ativos / Novos

No screener

Contagem diária de endereços únicos transacionando (ou aparecendo pela primeira vez) — o mais próximo de uma métrica de 'usuários ativos diários' para uma chain. O CoinSight a mostra a partir dos dados gratuitos da comunidade Coin Metrics (cartão on-chain).

Como interpretar: Preço subindo com atividade caindo é uma divergência que merece respeito (especulação sem adoção); atividade fazendo novas máximas junto com o preço confirma crescimento orgânico.

Coin Days Destroyed e Dormancy

Cada moeda acumula 'coin days' enquanto fica parada; gastá-la os destrói. O CDD dispara quando moedas ANTIGAS se movem — detentores de longo prazo agindo. Dormancy é o CDD por moeda movida. Requer dados on-chain; não é calculado no CoinSight.

Como interpretar: Picos sustentados de CDD durante a força = veteranos distribuindo no rali; CDD baixo ao longo de uma correção = as mãos antigas não estão vendendo a queda.

HODL Waves

A oferta decomposta pelo tempo que cada moeda ficou sem se mover (faixas de idade), desenhada como ondas empilhadas. Mostra o ritmo de acumulação/distribuição de ciclos de mercado inteiros. Requer dados on-chain; não é calculado no CoinSight.

Como interpretar: Faixas de moedas antigas inchando = fase de acumulação (oferta amadurecendo em mãos fortes); faixas jovens inchando perto de ATHs = detentores de longo prazo entregando moedas aos recém-chegados — comportamento de fim de ciclo.

Reserve Risk

Um oscilador de ciclo que divide o preço pela convicção dos detentores de longo prazo (custo de oportunidade acumulado de não vender). Baixo = convicção alta a preços baixos; alto = convicção fraca a preços altos. Requer dados on-chain; não é calculado no CoinSight.

Como interpretar: Um dos medidores de acumulação de ciclo completo mais limpos: leituras na zona verde histórica marcaram todos os fundos de bear market anteriores, ao custo de ser extremamente lento.

Atividade de Baleias

Contagens e volumes de transações muito grandes e coortes de endereços de grande saldo — rastreando o que os maiores detentores fazem. Requer dados on-chain rotulados; não é calculado no CoinSight.

Como interpretar: Baleias acumulando no medo e distribuindo na euforia é o padrão recorrente; transferências isoladas de baleias PARA exchanges são as bandeiras vermelhas acionáveis.

Derivativos e sentimento

Funding Rate (perpétuos)

No screener

O pagamento periódico entre comprados e vendidos que amarra um futuro perpétuo ao spot — funding positivo significa que os comprados pagam os vendidos, ou seja, a multidão está inclinada para a compra. Acompanhado no screener do CoinSight para os mercados perpétuos.

Como interpretar: Um medidor contrário nos extremos: funding fortemente positivo = comprados aglomerados vulneráveis a um squeeze; funding profundamente negativo com preço estável frequentemente precede short squeezes.

Open Interest

No screener

O número total de contratos de derivativos em aberto — quanto dinheiro alavancado está comprometido. Acompanhado no screener do CoinSight para os mercados perpétuos.

Como interpretar: OI subindo com preço subindo = dinheiro novo alimentando a tendência (saudável); preço subindo com OI caindo = cobertura de vendidos; um pico de OI contra uma resistência arma cascatas de liquidação.

Razão Long/Short

No screener

A razão de contas (ou volume de posições) posicionadas na compra versus na venda nos derivativos de uma exchange — uma leitura direta do posicionamento da multidão, publicada por exchange.

Como interpretar: Leia de forma contrária nos extremos: uma razão fortemente inclinada para a compra marca uma operação aglomerada que faz o squeeze mais forte contra a maioria.

Índice de Medo e Ganância

No screener

Um índice composto de sentimento (0 = medo extremo, 100 = ganância extrema) que mistura volatilidade, momentum, volume, atividade social e dominância — o número único mais conhecido para o humor da multidão em cripto.

Como interpretar: Um medidor contrário lento: zonas de medo extremo historicamente foram regiões de compra melhores do que as de ganância extrema — mas é informação de regime, não um sinal de timing.

Níveis de Liquidação

No screener

Zonas de preço onde posições alavancadas se aglomeram e seriam fechadas à força — 'ímãs' de liquidez que o preço costuma varrer antes de reverter. O CoinSight estima níveis de liquidação a partir de faixas comuns de alavancagem como overlay opcional do gráfico.

Como interpretar: Aglomerados densos de liquidação logo além de um topo/fundo de swing são alvos de caça de stops: espere pavios ENTRANDO nessas zonas; varrer-e-reconquistar é uma entrada clássica de reversão.

Volume Social e Sentimento

No screener

Contagens agregadas de menções, engajamento e tom nas plataformas sociais (mais interesse de busca à la Google Trends). O CoinSight exibe métricas sociais da LunarCrush — Galaxy Score, volume social e dominância — nas páginas das moedas.

Como interpretar: Picos de volume social PERTO das máximas são risco de distribuição (todo mundo já sabe); uma moeda subindo devagar com canais sociais quietos tem o perfil mais saudável.

Dominância (BTC.D)

No screener

A fatia do Bitcoin na capitalização total do cripto (e análogos para ETH ou altcoins como grupo) — o medidor de rotação entre o ativo de reserva e os ativos de risco. O CoinSight mostra a dominância do BTC na faixa global de mercado.

Como interpretar: BTC.D caindo com o mercado total subindo = alt season; dominância subindo numa queda = fuga para a segurança relativa — contexto de dimensionamento para todo trade de altcoin.

Basis e Prêmio do Perpétuo

No screener

O spread entre o preço dos futuros (ou perpétuos) e o spot: basis positivo (contango) = comprados alavancados pagando caro; negativo (backwardation) = medo. O prêmio do perpétuo é a mesma leitura para os swaps perpétuos. O CoinSight mostra o basis mark-vs-index do perpétuo na aba Derivativos.

Como interpretar: Basis anualizado extremo (>15–20%) marca alavancagem superaquecida que tende a desmontar com violência; backwardation durante o pânico tem sido repetidamente zona de compra contrária.

Razão Put/Call

No screener

Posicionamento do mercado de opções: volume ou open interest de puts dividido pelo de calls. Um termômetro de sentimento da multidão vindo do complexo de derivativos. O CoinSight o calcula para BTC/ETH a partir das opções da Deribit (aba Derivativos).

Como interpretar: Funciona como detector de extremos contrários: leituras anormalmente carregadas de puts acompanham fundos, mania de calls acompanha topos — valores intermediários carregam pouco sinal.

Volatilidade Implícita (IV Rank)

No screener

A volatilidade que o mercado de opções PRECIFICA, versus a volatilidade histórica que mede o passado; o IV rank localiza a IV de hoje dentro da sua faixa anual. A referência do cripto é o índice DVOL da Deribit. O CoinSight mostra a IV ATM de BTC/ETH a partir da Deribit (aba Derivativos).

Como interpretar: O IV rank orienta a escolha da estratégia: venda prêmio quando a IV está cara em relação à realizada, compre opcionalidade quando a IV está barata antes de catalisadores.

Razão Taker Compra/Venda

No screener

Volume de compras agressivas a mercado dividido pelo de vendas a mercado nos futuros — quem está cruzando o spread agora. O CoinSight mostra o taker buy/sell ratio dos futuros da Binance na aba Derivativos.

Como interpretar: Compra persistente de takers que NÃO consegue subir o preço revela absorção por vendedores passivos — um dos melhores sinais de exaustão de curto prazo.

Razão de Alavancagem Estimada

No screener

Open interest dividido pelas reservas de moedas da exchange — quanta alavancagem a posição média carrega. ELR subindo = a multidão montando exposição alavancada. O CoinSight mostra um índice de alavancagem estimado (open interest vs capitalização de mercado) na aba Derivativos.

Como interpretar: ELR alto e subindo torna o mercado frágil: pequenos movimentos adversos viram cascatas de liquidação; a combinação OI + funding no CoinSight lê o mesmo risco.

Medidas estatísticas

Expoente de Hurst (128)

No screener

Uma estimativa estatística da memória de uma série via análise rescaled-range: H acima de 0.5 = em tendência (persistente), abaixo de 0.5 = reversão à média (antipersistente), em 0.5 = passeio aleatório. Calculado no CoinSight como linha informativa sobre as últimas 128 barras.

Como interpretar: Use-o para escolher seu arsenal: sistemas seguidores de tendência em regimes de H alto, sistemas de fade/reversão à média em regimes de H baixo.

Z-Score (preço, 20)

No screener

Quantos desvios-padrão o preço atual está da sua média de N barras — o estiramento estatístico na sua forma mais pura, e a matemática por baixo do %B de Bollinger. Calculado no screener do CoinSight.

Como interpretar: Além de ±2 = estatisticamente esticado; os de reversão à média operam contra, os de tendência leem um +2 persistente como força de rompimento. Sempre condicione ao regime.

Correlação (vs BTC, 30d)

No screener

A correlação de Pearson móvel entre os retornos de um ativo e os de um benchmark — para altcoins, a correlação com o Bitcoin é a que importa. Disponível como filtro de correlação com BTC no screener do CoinSight.

Como interpretar: Altcoins de alta correlação são apostas alavancadas em BTC — opere a visão de BTC em vez disso; correlação baixa ou em queda sinaliza movimentos idiossincráticos e candidatos à diversificação.

R² (25)

No screener

O coeficiente de determinação de um ajuste linear pelos fechamentos recentes — quanto da ação de preço uma reta explica, 0..1. R² alto = tendência ordenada, baixo = ruído. Calculado no CoinSight como linha informativa.

Como interpretar: Combine com a inclinação: inclinação forte + R² alto é a tendência de livro-texto que vale seguir; inclinação forte + R² baixo é uma bagunça volátil onde ferramentas de tendência rendem mal.

Filtro de Kalman

No screener

Um estimador recursivo ótimo que separa sinal de ruído, ponderando cada novo preço pelo quão ruidosa a série tem estado — uma alternativa adaptativa às MAs de período fixo. Calculado no CoinSight como voto de média móvel.

Como interpretar: Use-o como uma MA autoajustável: ele cola no preço em tendências limpas e automaticamente suaviza mais forte nos trechos ruidosos, com bem menos chute de parâmetros.

Bandas de Erro Padrão

No screener

Bandas em torno de uma reta de regressão linear deslocadas pelo erro padrão do ajuste — como Bandas de Bollinger, mas centradas na tendência, não na média. A linha do canal de regressão calcula a posição equivalente no CoinSight.

Como interpretar: Bandas estreitas = tendência limpa e de alta confiança; bandas inflando enquanto a reta de regressão achata é a assinatura estatística de uma tendência se dissolvendo.

Cointegração

No screener

Um teste estatístico de se duas séries não estacionárias compartilham uma relação estável de longo prazo — o alicerce teórico do pairs trading, mais forte que correlação. O CoinSight mostra a meia-vida de reversão à média do spread moeda/BTC na página da moeda (Engle-Granger simplificado, descritivo).

Como interpretar: Opere o SPREAD de um par cointegrado, não as pernas: quando ele estica além de ~2σ do seu histórico, aposte na convergência com invalidação definida.

Beta (vs BTC)

No screener

A inclinação da regressão dos retornos de um ativo contra os do Bitcoin: beta 2 ≈ move o dobro do BTC. Relacionado (mas distinto) da correlação com o BTC já calculada no screener do CoinSight.

Como interpretar: Rotacione por regime: alts de beta alto superam em tendências de alta confirmadas e sangram mais nas correções; o filtro de correlação com BTC do screener encontra os diversificadores de beta baixo.

Índice de Sharpe e Sortino

No screener

Retorno ajustado ao risco: retorno excedente dividido pela volatilidade (Sharpe) ou apenas pela volatilidade de queda (Sortino). Métricas de análise de portfólio, não indicadores de gráfico. O CoinSight calcula um Sharpe anualizado móvel de 30 barras como linha informativa.

Como interpretar: Julgue estratégias e alocações pelo Sharpe, não pelo retorno bruto — um ano de 40% com drawdowns de 80% é capital pior que 20% com 10%. O Sortino é mais justo com estratégias assimétricas, long-vol.

Scores compostos

Score Composto do CoinSight (0–100)

No screener

A mistura própria do CoinSight das leituras de tendência, momentum, volatilidade e volume acima, agregadas em um único score de postura técnica de 0–100. Ele descreve o estado técnico atual do gráfico — não é uma previsão de retorno.

Como interpretar: Use-o para ranquear e filtrar um universo grande até os gráficos que merecem sua atenção, e então faça a análise de verdade na lista curta; um score alto significa 'tecnicamente forte agora', não 'garantido que vai subir'.

Classificador de Regime de Mercado

No screener

Qualquer esquema que rotule a fita como 'em tendência / lateral / volátil' e troque o ferramental de acordo — geralmente construído com ADX, Choppiness, Hurst e percentis de volatilidade, todos calculados pelo CoinSight como insumos.

Como interpretar: A meta-regra que mais economiza dinheiro: rode sistemas de tendência só em regimes de tendência e reversão à média só em ranges — a maioria das 'falhas' de estratégia é incompatibilidade de regime.

Análise Multi-Timeframe

No screener

Ler o mesmo instrumento em vários timeframes e só agir quando eles concordam — tendência do quadro maior, timing do menor. Um fluxo de trabalho, não um indicador; os timeframes de gráfico do CoinSight e os horizontes de backtest predefinidos (1d/7d/30d) o suportam.

Como interpretar: A receita clássica da tela tripla: defina o viés no semanal, localize o setup no diário, execute no 4h — pule trades em que os quadros discordam.

Conteúdo educacional, não é recomendação financeira. Nenhum indicador isolado tem poder preditivo por si só — todos são transformações do preço e do volume passados, e seus limiares clássicos (70/30, ±100 etc.) mudam com o regime de mercado e o timeframe. Combine tipos de sinal independentes (tendência + momentum + volume), teste no histórico e use sempre stops de proteção.